Tag Archives: Porto

captura-de-pantalla-2020-08-31-a-las-16-41-48

1909_cabrita_j2_13362587475d972c68a459c

A ROVING GAZE (UM OLHAR INQUIETO)

Pedro Cabrita Reis

Opening 19.11, 22h
20.11.2019 – 22.03.2020
FUNDAÇÃO DE SERRALVES, Porto, Portugal

 

Specifically conceived for the Museum’s spaces, a single, large-scale work with a very clear autobiographic quality will reflect the ever-present relationship between Cabrita Reis’s artistic practice and his reflection on the role of museums. Far from any chronological concern, A ROVING GAZE includes photographs of a large selection of Cabrita Reis’s works from 1999 to the present, displayed on structures created by the artist, along with a series of objects, drawings, documents and other works, the whole generating a total installation environment in which the artist’s life and work intersect. 

 

+ info

sarmento-upc

02.07 – 11.10.2019

Escola das Artes, UCP, Porto (PT)

 

Curadoria de Nuno Crespo

 

A Exposição Julião Sarmento. Film Works irá fazer a abertura oficial do programa público da Porto Summer School on Art & Cinema, no dia 2 de julho, às 19h30 e ocupará a Sala de Exposições da Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa. Esta exposição individual concentrará parte importante do trabalho que o artista fez com a imagem em movimento.

 

Serão mostradas dez obras de diferentes épocas – desde 1, 2, 3 (1975) até O Fim do Mundo (2015) -, expostos em diferentes formatos, formando um puzzle de referências teóricas, literárias, cinematográficas e reflexões sobre atos e gestos quotidianos.

 

A concentração destes trabalho nesta exposição individual, permite olhar a obra de Julião Sarmento a partir de uma série de obsessões, como a repetição enquanto modo de desconstruir a normalização das imagens e a reflexão sobre o lugar da linguagem e das suas convenções.

 

 

+ info

The Lisbon Totem #3, 2017

Inauguración: 26.9, 19 h

Exposición octubre – noviembre

 

Nos complace anunciar la primera exposición de Pedro Cabrita Reis en nuestra galería, en la que mostraremos un conjunto de obras recientes, con escultura, pintura y fotografía.

 

El trabajo de Cabrita Reis incluye una gran variedad de medios, desde fotografía y dibujo hasta pinturas y esculturas a gran escala, compuestas por materiales industriales, a menudo recuperados, como en el caso de la obra Floresta, 2017, que presentamos en la exposición, y que llegan a tener frecuentemente dimensiones arquitectónicas. En esta muestra encontraremos obras realizadas con diferentes materiales como acero, madera, aluminio, cristal, esmalte, bronce o acrílico. En palabras del artista “Todo lo que existe es materia que puede ser utilizada en la construcción de una obra de arte”, por tanto, no establece jerarquías entre los objetos y materiales con los que trabaja. Para Cabrita Reis, el material es la mirada y el pensamiento, que todo lo transforman.

 

Su obra investiga los límites entre arquitectura, escultura, pintura y fotografía, pese a que Cabrita Reis se considera a sí mismo ante todo como pintor. Su obra es tridimensional, a menudo de una manera muy personal, y pretende alterar, definir o cuestionar los límites del espacio. Su significado permanece misterioso y fascinante, el pensamiento toma forma en la materia, para llegar al espectador, provocando nuevas preguntas, vinculándose con su imaginación y con su experiencia.

 

Pedro Cabrita Reis comenzó su carrera en la década de los ochenta, como uno de los artistas más destacados de su generación, introduciendo un universo de referencias arcaicas y míticas, de memoria colectiva y revelación individual. Su obra tuvo un gran impacto en la cultura portuguesa e internacional, incorporando, en la herencia moderna más radical, la posibilidad de volver a disciplinas artísticas tradicionales: dibujo, pintura, escultura.

Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto

1.6 – 9.9.2018

 

 

 

A.R. Penck; Adrian Piper; Albuquerque Mendes; Alexandre Estrela; Ana Jotta; André Sousa; Antoni Muntadas; Antoni Tàpies; António Barros; António Sena; Artur Barrio; Blinky Palermo; Bruce Nauman; Chris Burden; Christer Stromholm; Christian Boltanski; Cildo Meireles; Dan Graham; Danh Võ; David Askevold; David Goldblatt; Dieter Roth; Eduardo Batarda; Eleanor Antin; Emily Jacir; Enzo Mari; Gerardo Burmester; Gilbert & George; Guerrilla Girls; Hannah Wilke; Ignasi Aballí; Isabel Carvalho; João Louro; João Onofre; João Pedro Vale; João Tabarra; John Baldessari; Jörg Immendorff; José Escada; Joseph Kosuth; Josh Smith;Juan Muñoz; Lynda Benglis; Manoel de Oliveira; Manuel Alvess; Marcel Broodthaers; Maria José Aguiar; Mario García Torres; Marlene Dumas; Martha Rosler; Matt Mullican; Mauro Cerqueira; Michelangelo Pistoletto; Patrícia Garrido; Paul McCarthy; Paula Rego; Paulo Mendes; Paulo Nozolino; Pedro Barateiro; Piero Manzoni; Pierre Huyghe; Raymond Hains;Richard Hamilton; Robert Filliou; Rui Chafes; Sigmar Polke; Stanley Brouwn; Thomas Hirschhorn; Thomas Schütte; Tino Sehgal; Urs Fischer; Valie Export; Wilhelm Sasnal; Xana

 

 

Incorrigível, indesejável, indisciplinada — que atitudes reprime o museu? “Zero em comportamento” apresenta gestos de irreverência ou desobediência na Coleção de Serralves, quer dirigidos a instituições, como a escola ou o museu, ou a formas de repressão ou controlo. Da ironia e do subterfúgio ao desrespeito pelas regras do bom gosto e do comportamento adequado, a exposição explora o potencial de agir contra a norma. Enquanto temas intratáveis, imagens desagradáveis, objetos ingovernáveis, as obras em exposição refletem a complexa diversidade das estratégias aplicadas — desde o furto como apropriação até à rejeição das convenções da arte — como formas de resistência artísticas e espaciais. No filme de 1933 de Jean Vigo Zéro de conduite, os alunos de um colégio repressivo revoltam-se contras as rígidas regras impostas pelos seus professores tirânicos. No museu, também raramente somos convidados a correr, tocar ou mesmo sentarmo-nos; o espaço público está cada vez mais sujeito a formas de iconoclastia e restrição. Reunindo um conjunto intergeracional de artistas que recorrem a uma vasta gama de meios — incluindo pintura, escultura, fotografia, obra gráfica, desenho, som e instalação — esta exposição percorre uma série de comportamentos e temas, dos anos 1960 até aos nossos dias, desde aqueles que supostamente deveriam ser corrigidos ou censurados até à normalização da violência e a afirmações de acidente, amadorismo e antivirtuosismo. Nesta medida, as obras expostas ecoam muitas das circunstâncias da nossa atual realidade política, simultaneamente questionando quem pode transgredir ou comportar-se indevidamente, como e porquê.

 

 

 

+ info