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Cabrita: Obras na Coleção de Serralves.

Museo Municipal de Caminha, Portugal.

07/08 – 29/11/2020

 

 

La colección Serralves vuelve al Museo Municipal de Caminha con una exposición de obras de Cabrita.

 

La muestra reúne un conjunto de obras del artista que pertenecen a la colección del Museo de Arte Contemporáneo de Serralves y que dan una perspectiva sobre la evolución de la obra de Cabrita a lo largo de los años 80 y 90.

 

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No brilho da pele, exhibition by Julião Sarmento at Museu de Aveiro / Santa Joana, Portugal.

 

July 15 – September 27, 2020

 

Exhibition organized by the Museums of Aveiro in partnership with the Serralves Foundation – Museum of Contemporary Art and curated by Joana Valsassina.

 

 

Selection of works by Julião Sarmento (Lisbon, 1948) that illustrate different approaches to themes such as desire, voyeurism and violence, central to the artist’s practice.

 

The exhibition includes works from the 1970s to the present, covering different supports worked by the artist throughout his career, such as painting, sculpture, drawing, photography and installation. Exploring ambiguous territories associated with gestures of seduction and transgression, Julião Sarmento’s work create a network of references to cinema, literature, popular culture, everyday episodes and his own work.

 

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A ROVING GAZE (UM OLHAR INQUIETO)

Pedro Cabrita Reis

Opening 19.11, 22h
20.11.2019 – 22.03.2020
FUNDAÇÃO DE SERRALVES, Porto, Portugal

 

Specifically conceived for the Museum’s spaces, a single, large-scale work with a very clear autobiographic quality will reflect the ever-present relationship between Cabrita Reis’s artistic practice and his reflection on the role of museums. Far from any chronological concern, A ROVING GAZE includes photographs of a large selection of Cabrita Reis’s works from 1999 to the present, displayed on structures created by the artist, along with a series of objects, drawings, documents and other works, the whole generating a total installation environment in which the artist’s life and work intersect. 

 

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Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto

1.6 – 9.9.2018

 

 

 

A.R. Penck; Adrian Piper; Albuquerque Mendes; Alexandre Estrela; Ana Jotta; André Sousa; Antoni Muntadas; Antoni Tàpies; António Barros; António Sena; Artur Barrio; Blinky Palermo; Bruce Nauman; Chris Burden; Christer Stromholm; Christian Boltanski; Cildo Meireles; Dan Graham; Danh Võ; David Askevold; David Goldblatt; Dieter Roth; Eduardo Batarda; Eleanor Antin; Emily Jacir; Enzo Mari; Gerardo Burmester; Gilbert & George; Guerrilla Girls; Hannah Wilke; Ignasi Aballí; Isabel Carvalho; João Louro; João Onofre; João Pedro Vale; João Tabarra; John Baldessari; Jörg Immendorff; José Escada; Joseph Kosuth; Josh Smith;Juan Muñoz; Lynda Benglis; Manoel de Oliveira; Manuel Alvess; Marcel Broodthaers; Maria José Aguiar; Mario García Torres; Marlene Dumas; Martha Rosler; Matt Mullican; Mauro Cerqueira; Michelangelo Pistoletto; Patrícia Garrido; Paul McCarthy; Paula Rego; Paulo Mendes; Paulo Nozolino; Pedro Barateiro; Piero Manzoni; Pierre Huyghe; Raymond Hains;Richard Hamilton; Robert Filliou; Rui Chafes; Sigmar Polke; Stanley Brouwn; Thomas Hirschhorn; Thomas Schütte; Tino Sehgal; Urs Fischer; Valie Export; Wilhelm Sasnal; Xana

 

 

Incorrigível, indesejável, indisciplinada — que atitudes reprime o museu? “Zero em comportamento” apresenta gestos de irreverência ou desobediência na Coleção de Serralves, quer dirigidos a instituições, como a escola ou o museu, ou a formas de repressão ou controlo. Da ironia e do subterfúgio ao desrespeito pelas regras do bom gosto e do comportamento adequado, a exposição explora o potencial de agir contra a norma. Enquanto temas intratáveis, imagens desagradáveis, objetos ingovernáveis, as obras em exposição refletem a complexa diversidade das estratégias aplicadas — desde o furto como apropriação até à rejeição das convenções da arte — como formas de resistência artísticas e espaciais. No filme de 1933 de Jean Vigo Zéro de conduite, os alunos de um colégio repressivo revoltam-se contras as rígidas regras impostas pelos seus professores tirânicos. No museu, também raramente somos convidados a correr, tocar ou mesmo sentarmo-nos; o espaço público está cada vez mais sujeito a formas de iconoclastia e restrição. Reunindo um conjunto intergeracional de artistas que recorrem a uma vasta gama de meios — incluindo pintura, escultura, fotografia, obra gráfica, desenho, som e instalação — esta exposição percorre uma série de comportamentos e temas, dos anos 1960 até aos nossos dias, desde aqueles que supostamente deveriam ser corrigidos ou censurados até à normalização da violência e a afirmações de acidente, amadorismo e antivirtuosismo. Nesta medida, as obras expostas ecoam muitas das circunstâncias da nossa atual realidade política, simultaneamente questionando quem pode transgredir ou comportar-se indevidamente, como e porquê.

 

 

 

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